Até chegar à minha atividade atual,
passei pela História da USP e pela Economia da PUC. Na USP cursei também Letras
e tive uma escola de inglês para executivos por 15 anos. Nos anos 90, com a
onda de cura que se apresentou no planeta, emergiram em mim novos interesses: a Física Quântica de Fritjof Capra, o Taoísmo e a formação em Massagem Terapêutica pela Escola de Masssagem Oriental, o Hinduísmo e a meditação Transcendental pela Escola da
Evolução. Depois, o Tantra. Tempo da grande transformação pessoal por volta do primeiro retorno
de Saturno, que, aliás, se achega mais uma vez. Mais tarde vieram minhas passagens pela Comunidade de Findhorn na Escócia - referência mundial de ecovilas e fonte da qual sempre bebi em extâse pelo que cocriam por lá, em especial a Conferência Sex &Spirit em 2001, quando não me restaram dúvidas quanto a relevância de um trabalho ligado ao entendimento do poder e força da Energia Sexual. De Findhorn vem também minha formação na Liderança de Grupos e Jogo da Transformação. Cursos, workshops e vivências com profissionais e temas inspiradores fazem parte da minha contínua nutrição pessoal e profissional.
De 2005 a 2012, guiada pela missão que se apresentou em minha jornada de vida depois que me mudei de São Paulo para o Litoral Norte - SP, e à época da ascenção da minha energia pessoal, sustentei por sete anos a convergência e a difusão dos valores de uma Cultura de Ecologia Integral em um evento único em seu tempo: Terra Deusa - a Arte da Vida em Sociedades Sustentáveis - Boiçucanga, São Sebastião LNP, ao qual sou grata pela oportunidade de ter servido ao grande plano da existência. Às mentes e corações reunidos diretamente ou através dos campos morfogenéticos que tudo conecta e a nós conectou a tantas outras iniciativas de mesma ressonância desenhando a Nova Terra, minha reverência; aos que se apresentaram, minha gratidão.
O sentido de pertencimento, a parceria, a responsabilidade e o compromisso com a Teia de toda a Vida; as muitas jornadas pelo Labirinto como fonte de autoconhecimento e autodesenvolvimento; e a serpente como símbolo de renovação criativa e contínuo empoderamento sustentam meu caminhar.
Essa é a minha pegada.



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